VIVA NOSSA SENHORA APARECIDA DO BRASIL! (12/10/2014)

Clique na imagem abaixo para acessar, diretamente do site dos franciscanos, o excelente texto sobre a Solenidade de Nossa Senhora da Conceição Aparecida.

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"...os cobradores de impostos e as prostitutas vão entrar antes de vocês no Reino do Céu..." - Mt 21,28-32 - 28/09/2014

Jesus, para nos instruir sobre nossas próprias escolhas, conta-nos a parábola dos dois filhos que mudaram de atitude. Deus nos fez livres. 

A salvação que ele nos oferece é puro dom. Cabe-nos responder “sim” ou “não” a esse convite. O livre-arbítrio possibilita ao ser humano acolher em sua vida o bom ou o mau caminho. Há sempre a possibilidade de mudar de rumo. É isso o que nos mostra o texto. Ambos os irmãos mudaram de rumo. Um fez a vontade do pai e o outro não.

Estar no rumo certo não é sinônimo de segurança, pois podemos ser facilmente levados para outro caminho, se não nos mantivermos atentos ao chamado constante de Deus. Por isso a necessidade constante de conversão, porque não estamos prontos. 

E os que se acham “santos” são muito facilmente propensos ao erro, mais do que os que têm firme consciência das próprias limitações. Os “santos” acabam afogando-se na sua soberba e se fecham à graça divina. Ao contrário, os pecadores são mais abertos para acolher a graça, pois confiam apenas na misericórdia de Deus.

Fazer a vontade de Deus é muito mais acolhê-lo na vida diária do que proclamar discursos vazios, destituídos de testemunho de vida. Deus nos chama constantemente a viver seu amor na doação total de nossa vida ao irmão. Deve-se viver esse chamado nos atos cotidianos, nas relações interpessoais, nas próprias escolhas. Fazendo assim, caminha-se na justiça e no testemunho fidedigno do Reino de Deus.

"os últimos serão os primeiros, e os primeiros serão os últimos" - Mt 20,1-16ª - 21/09/2014

Para nós, justiça é pagar algo com o preço equivalente. Mas para Deus, justo é o que é bom, certo. Para nós, justiça é pagar algo com o preço equivalente. Mas para Deus, justo é o que é bom, certo. Como uma tampa é justa quando ela serve direitinho. Deus, na sua justiça, “ajusta” tudo o que faz (Sl 146[145], 17; salmo responsorial).

Assim, a justiça de Deus não é contrária à sua bondade. E idêntica! Em Ez 18,25 (cf. próximo dom.), Deus se defende da acusação de ser injusto quando perdoa ao pecador que se converte. Deus não está interessado em pagamento, mas em vida: “Não quero a morte do pecador, mas sim, que ele se converta e viva” (Ez 18,23). A mesma mensagem traz a 1ª leitura de hoje, Is 55,6-9, convite para o tempo messiânico, que é também o tempo da plena revelação da estranha justiça de Deus, que tanto ultrapassa a nossa quanto o céu transcende a terra (cf. dom, pass., salmo responsorial).

Nessa perspectiva, a parábola de Jesus no evangelho não é apenas uma lição para fazer-nos refletir sobre a justiça de Deus, mas ainda uma proclamação de que chegou o Reino de Deus, a realidade messiânica: buscai o Senhor, é o momento (cf. Is 55,6)!

Como é, então, esse tempo messiânico, esse Reino em que se realiza sem restrição o que Deus deseja? É como um dono que, em vários momentos do dia, contrata operários por uma diária e os manda trabalhar na vinha. Ainda às cinco da tarde (“undécima hora’) encontra alguns que até então não foram contratados (pormenor importante!) e também os manda à vinha.

Ao pôr-do-sol, fazem-se as contas. Para escândalo dos “bons”, que trabalharam desde cedo, o dono começa pelos últimos, pagando-lhes a diária completa, tanto quanto aos primeiros… Aí descarrilam os nossos cálculos de retribuição. Mas Deus não está retribuindo, ele está fazendo o melhor que pode: “Me olhas de mau olhar porque sou bom?” Os primeiros tiveram tudo de que precisavam: trabalho, segurança e diária.

Os últimos sofreram a insegurança, mas eles também devem viver, portanto, é bom dar a diária completa a eles também. Entendemos isso apenas quando temos uma mentalidade de comunhão, não de varejista. Tudo é de Deus. Não importa que eu receba menos ou mais que um outro; o importante é que todos tenham o necessário. E, se depender de Deus, é isso que acontecerá, pois “ele acerta em todas as suas obras” (Sl 145[l44],17).

“Os últimos serão os primeiros, e os primeiros os últimos” (Mt 20,16). Deus desafia a justiça calculista, auto-suficiente… Se achamos que podemos colocar-nos na frente da fila para acertar nossas contas com ele, estamos enganados. Os israelitas foram chamados primeiros e se gloriavam disso, achando que, por serem filhos de Abraão, por circuncidarem-se e observarem a Lei e a tradição, podiam reclamar o céu. Na última hora, Deus encontrou os que ainda não tinham sido convidados, os gentios, e estes precederam os israelitas auto-suficientes no Reino.

Inclusive, isso serve para que esses israelitas mudem de idéia e se abram para o espírito de participação e gratuidade, que é o espírito do Reino. A graça não se paga; recebe-se. As pessoas “muito de Igreja” incorrem no perigo do farisaísmo, de achar que merecem o céu. Um presente não se merece. Ser bom cristão não é merecer o céu: é guardar-se sempre em prontidão para o receber de graça. E não querer mal àqueles que recebem essa oportunidade “em cima do laço”.

Pensemos em Paulo (2ª leitura), que não sabe o que escolher: viver para um frutuoso trabalho ou morrer para estar com Cristo. Continuar a trabalhar não teria para ele o sentido de ganhar o céu; desejá-lo-ia somente porque seria bom para os filipenses. Mas o que ele deseja mesmo é participar plenamente da proximidade do Senhor Jesus. Viver, para ele, é Cristo. Uma vida animada pela amizade por Cristo, não pelo cálculo… Na mesma carta, ele dirá que seu espírito de merecimento, suas vantagens conforme os critérios farisaicos, ele considera tudo isso como perda, como esterco (FI 3,7-8)! Só o impulsiona ainda a graça, a gratuita bondade que Deus lhe manifestou em Jesus Cristo.

É difícil para o cristão tradicional assimilar esse espírito. Deve converter-se da preocupação de fazer tudo direitinho para ganhar o céu! Pois deve saber que sempre ficará devendo (cf. 6º dom, do T.C.) e terá de contar com a gratuita bondade de Deus tanto quanto os pecadores, que, muitas vezes, compreendem melhor a necessidade da graça.

Do livro “Liturgia Dominical”, de Johan Konings, SJ, Editora Vozes
(www.franciscanos.org.br

"... se teu irmão te ouvir, ganhaste teu irmão..." - Mt 18,15-20 - 07/09/2014

Correção fraterna

Conforme lemos na 1ª leitura, Deus estabelece o profeta como “sentinela do povo”. Ele tem de avisar os irmãos a respeito de sua conduta, para que não se percam. Deus cobrará dele esse serviço! Na mesma linha, o evangelho nos ensina a prática da “correção fraterna”. Jesus aconselha isso para a comunidade como tal – não apenas para os conventos, fora do mundo… Imagine só que em nossas paróquias qualquer cristão fosse corrigir seu “irmão”ou sua “irmã”!

Jesus ensina, concretamente, o que fazer com o pecador na comunidade eclesial, não para castigá-lo, mas para ganhá-lo e ele não se perder. Primeiro, é preciso falar-lhe em particular (mais ou menos como se faz na confissão); depois, fale-se a ele na presença de algumas testemunhas; finalmente, se não se corrigir, seja interpelado perante a comunidade. E se isto não der resultado, aguente ele o afastamento da comunidade.

Ninguém é uma ilha. A vida de nosso irmão nos concerne. Repartimos com ele nosso espaço vital, nosso trabalho, nosso lazer. Então, somos também, em parte, responsáveis por seu caminho. Devemos avisar nosso irmão quando este parece desviar-se (pois ele mesmo nem sempre enxerga). Isso não é arvorar-se em juiz da vida alheia, mas é serviço fraterno. E devemos também nos deixar corrigir.

“Ninguém tem algo a ver com a minha vida privada”. Mas será que ela é tão privada assim? Hoje, religião e moral são muito privatizadas, mas isso não é necessariamente um progresso! Pode ser uma estratégia do “Adversário” para diminuir a consciência e a força moral do povo. A fuga na privacidade torna difícil o trabalho de transformação: as drogas, a pornografia, a alienação religiosa têm algo a ver com isso.

Devemos ter a coragem de denunciar – com amor e conforme o procedimento do evangelho – os erros dos irmãos, sejam ricos ou pobres, poderosos ou subalternos. Aos abastados, devemos lembrar a “hipoteca social”, a dívida dos ricos com os pobres; aos pobres, importa ensinar uma solidariedade disciplinada, para construir verdadeira fraternidade e comunhão nas coisas materiais. E não tenhamos medo de chamar a atenção para os desvios particulares das pessoas, antes que se tornem um perigo público. Muitos dos males de nosso país e de nossa Igreja provêm do encobrimento daquilo que está errado. É como um câncer descoberto tarde demais…

A 2ª leitura de hoje (Rm 13,8-10) ensina que o amor é o pleno cumprimento da lei. Uma forma de amar é advertir o irmão. Não é agradável. Mas, quem disse que o amor deve sempre ser agradável? O médico que cura uma ferida nem sempre consegue fazer isso sem dor. Corrigir o irmão – sem se pretender superior a ele – faz parte do “amor exigente”.

Do livro “Liturgia Dominical”, de Johan Konings, SJ, Editora Vozes
(fonte: www.franciscanos.org.br)

"Se alguém quiser vir após mim, tome sua cruz e siga-me" - Mt 16,21-27 - 31/08/2014

“É proibido proibir”. Hoje em dia existe o pensamento de que nada pode restringir o prazer e o poder. Privar-se de algum prazer é contrário ao que ensinam os grandes doutrinadores da sociedade – a publicidade, a televisão… “Chega de cristianismo triste! Para que sempre falar em cruz e sacrifício?”

No domingo passado vimos que Pedro, com entusiasmo, proclamou a fé em Jesus Messias. No evangelho de hoje, Jesus começa a ensinar que“o filho do Homem” vai sofrer e morrer. Ao ouvir essas palavras, Pedro fica indignado. Mas Jesus o repreende, porque pensa segundo categorias humanas e não segundo o projeto de Deus. Ensina-lhe que, para segui-lo, é preciso assumir a cruz. Séculos antes, Jeremias já experimentara a estranha lógica de Deus. Ele disse abertamente que Deus o “seduziu” para a tarefa ingrata de ser profeta (1ª leitura).

Os critérios humanos se opõem ao modo de proceder de Deus. O homem envereda pelo sucesso e pela eficiência, Deus pelo dom da própria vida. O caminho de Jesus e de seus seguidores é convencer o mundo do amor de Deus.

Deus não deseja “sacrificar pessoas” (como é praxe em estratégias militares e políticas). Apenas deseja que sejam testemunhas de seu projeto. Mas os que não concordam com este projeto matam os profetas, os enviados de Deus, quando estes querem ser fiéis à sua missão. Exemplos disto não faltam em nosso mundo. Por isso, quando Pedro protesta contra a idéia da morte de Jesus, este o vê do lado do grande “adversário”, Satanás: “Vai para trás de mim, Satanás, tu és uma pedra de tropeço para mim”. Pedro deve ir atrás de Jesus, em vez de seduzi-lo para um caminho que não condiz com o projeto de Deus (Satanás significa sedutor). Pedro pensava num Messias de sucesso, Jesus pensa no Servo Sofredor de Deus, que liberta o mundo por sua dedicação até a morte.

A lição que Pedro recebe ensina-nos a olhar para Cristo, para ver nele a lógica de Deus; a olhar para os pobres, para ver neles o resultado da estratégia do adversário… Pois o sucesso e a ganância produzem os porões de miséria.

Devemos analisar o sistema de Deus e o sistema do Adversário hoje. O sistema de Deus proíbe ao homem dominar seu irmão, porque Deus é o único “dono”, os sistemas contrários são baseados na dominação do homem pelo homem. Quem quiser ser mensageiro do Reino de Deus experimentará na pele a incompatibilidade com os sistemas deste mundo (2ª leitura). O mensageiro de Deus, seguidor de Jesus, será rejeitado pela sociedade como “corpo alheio”. Tomando consciência disso, vamos rever nossa escala de valores e critérios de decisão. A mania de sucesso, o prazer de dominar, de aparecer, de mandar… já não valem. Vale agora o amor fiel, que assume a Cruz, até o fim.

Do livro “Liturgia Dominical”, de Johan Konings, SJ, Editora Vozes
(fonte: www.franciscanos.org.br)

"Tudo que ligares na Terra, eu ligarei no Céu" - Mt 16,13-20 - 24/08/2014

Ponto alto dos evangelhos sinóticos é a profissão de fé de Pedro, em Cesareia de Filipe. Em Mt, este episódio é enriquecido com a narração da transferência do “poder das chaves” a Pedro, chefe dos Apóstolos. O significado dessa atribuição é ilustrado pela 1ª Leitura, que narra a missão de Isaías junto a Sobna, prefeito do palácio (a cidade-templo de Jerusalém), para o depor de seu cargo e instalar no seu lugar Eliacim, filho de Helcias, “pondo sobre seus ombros as chaves da casa de Davi”. (Ao mordomo-prefeito cabia a tarefa de admitir ou recusar as pessoas diante do rei, como também a responsabilidade de sua hospedagem; daí ele ser chamado de “pai para os habitantes de Jerusalém”: aquele que dirigia a casa).

Em Mt 15,13-20 (evangelho), a atribuição do “poder das chaves” a Simão Pedro é provocada por sua proclamação de fé messiânica em Jesus, em nome dos outros apóstolos. Simão pode ser o “pai” da comunidade: ele assume a responsabilidade. Jesus lhe dá nome de Cefas, em grego Pedro, que significa “rocha”. A própria Igreja é comparada com uma cidade, contra a qual aquela outra (as “portas”, ou seja, a cidade do inferno), não tem poder algum. E o prefeito desta cidade é aquele que se responsabilizou pela profissão de fé messiânica, Simão. Ele tem o poder de ligar (= ordenar, obrigar) e desligar (= deixar livre), portanto, o dom do governo, ratificado por Deus (o que o responsável faz aqui na terra, Deus o ratifica no céu).

Como os v. 17-19 são típicos de Mt, e a 1ª leitura serve de ilustração exatamente destes versículos, pode-se considerar como tema especial deste domingo o poder de Pedro, ou melhor, sua “responsabilidade” (ele “respondeu” em nome dos outros). Mt traz alguns textos sobre Pedro que os outros evangelhos não trazem (Mt 14,28-31; 16,17-19). Pedro é quem responde pela fé da Igreja. Prefigura-se aqui o carisma – pois não é uma inspiração de “carne e sangue”, mas de Deus mesmo (v. 17) – de enunciar a palavra decisiva quando é preciso formular o que a Igreja indefectivelmente assume na sua fé. (A “infalibilidade papal”) tem por objeto a fé que a Igreja quer conservar e expressar, mas não a fórmula considerada de modo meramente verbal. O responsável tem também a última palavra no governo (disciplina), embora não em seu próprio nome, mas como mordomo da casa do Cristo. Nesse sentido, é “vigário”, lugar-tenente de Cristo aqui na terra. O texto mostra também que Simão se tornou chefe pela iniciativa de Cristo (imposição do novo nome, que significa Chefe ou Rocha). Liderar a Igreja não pode ser uma ambição pessoal: na comunidade cristã não há lugar para tais ambições (cf. Mt 18, 1-4; 20, 24-28). Só porque o único Mestre e Senhor assim o quer, Pedro pode revestir esta responsabilidade, e do mesmo modo os seus sucessores. Daí que, desde o início, o Papa é escolhido, sob a invocação do Espírito Santo – provavelmente a mais antiga tradição ininterrupta de governo por eleição que existe no mundo! O salmo responsorial sublinha, aliás, que Deus olha para os humildes ao distribuir os seus dons.

Do livro “Liturgia Dominical”, de Johan Konings, SJ, Editora Vozes
(fonte: www.franciscanos.org.br)

Assunção de Nossa Senhora - 17/08/2014 - Lc 1,39-56

Neste Domingo, em que comemoramos a Assunção de Nossa Senhora, é importante lermos o excelente material de reflexão que o site Franciscanos (franciscanos.org.br) preparou.

Clique na imagem para acessar.

http://franciscanos.org.br/?p=65389

"Coragem, sou eu. Não tenhais medo" - 10/08/2014 - Mt 14,22-33

Deus se manifesta em meio às dificuldades, aos ventos da tempestade.

Enquanto Jesus está em diálogo com o Pai, os discípulos estão sozinhos,em viagem pelo lago. Essa viagem, no entanto, não é fácil e serena… É de noite; o barco é açoitado pelas ondas e navega dificilmente, com vento contrário.

Os discípulos estão inquietos e preocupados, pois Jesus não está com eles…

Esse BARCO é a COMUNIDADE CRISTÃ:

A “noite” representa as trevas, a escuridão, a confusão, a insegurança em que tantas vezes “navegam” através da história os discípulos de Jesus, sem saberem exatamente que caminhos percorrer nem para onde ir…

As “ondas” representam a hostilidade do mundo, que bate continuamente contra o barco em que viajam os discípulos…

Os “ventos contrários” representam as resistências ao projeto de Jesus.

Os discípulos de Jesus se sentem perdidos, sozinhos, abandonados, desanimados, desiludidos, incapazes de enfrentar as tempestades que as forças da morte e da opressão (o “mar”) lançam contra eles…

É precisamente aí, que Jesus manifesta a sua presença.

Ele vai ao encontro dos discípulos “caminhando sobre o mar”.

O episódio reflete a fragilidade da fé dos discípulos, quando tiveram de enfrentar as forças adversas, sem a presença de Jesus na barca.

Os discípulos seguem a Jesus de forma decidida, mas se deixam abalar quando chegam as perseguições, os sofrimentos, as dificuldades…

Então, começam a afundar e a ser submergidos pelo “mar” da morte, da frustração, do desânimo, da desilusão…

No entanto, Jesus lá está para lhes estender a mão e para os sustentar.

Finalmente, a desconfiança dos discípulos transforma-se em fé firme: “Tu és verdadeiramente o Filho de Deus”.

Esse texto é uma CATEQUESE sobre a caminhada da Comunidade de Jesus, enviada à “outra margem”, para convidar todos para o banquete do Reino e a oferecer-lhes o alimento com que Deus mata a fome de vida e de felicidade dos seus filhos.

- A caminhada não é um caminho fácil.

A comunidade (o “barco”) dos discípulos deve abrir caminho através de um mar de dificuldades, pela hostilidade dos adversários do Reino e pela recusa do mundo em acolher os projetos de Jesus.

- Os discípulos devem estar conscientes da presença de Jesus.

O “fantasma” do MEDO desvanece e as crises de fé são superadas, quando aceitamos a presença de Deus em nossa vida pessoal e comunitária.

Ele continua a garantir: “Coragem! Sou Eu. Não tenhais medo”.

+ Dia do Padre: O padre também não está isento de “tempestades”, que se formam dentro e fora da Comunidade.

Nesse dia a ele consagrado, rezemos para que, nesses momentos em que possa ter a sensação de afundar no mar da frustração e do desânimo, possa perceber essa presença de Cristo, que vem ao seu encontro com palavras de esperança. “Coragem! Sou eu. Não tenhas medo!”

Quando Cristo entra na BARCA, o vento e as ondas param… e volta a tranqüilidade… a paz.

Pe. Antônio Geraldo Dalla Costa

Festa de Santa Maria dos Anjos - Porciúncula - 02 de agosto

Matéria sobre essa celebração, que comemora o início da Ordem Franciscana, no site dos Franciscanos:
Acesse aqui
Carta da Ministra Regional da OFS sobre a Festa da Porciúncula. Acesse aqui

Abaixo a reflexão de Frei Alvaci Mendes, OFM, sobre o tema: