Frei André Becker, ofm homenageado / Dia Mundial dos Pobres - Domingo - 19/11/2017

O ex-Reitor do Santuário, Frei André Becker, ofm, foi homenageado com o Troféu Zumbi dos Palmares, no dia 17/11, em Santos, na sede da OAB Santos, devido a seu trabalho em prol do Diálogo Inter-Religioso.
"Parabéns Frei Andre André Becker pelo Trofeu Zumbi dos Palmares por sua atuação pelo Dialogo Inter Religioso e Igualdade racial."



Papa Francisco proclamou o próximo Domingo (19/11), como o Dia Mundial dos Pobres.

Como é corajoso esse homem que Deus nos enviou!

E o lema é mais instigante ainda:

“Não amemos com palavras, mas com obras” Jo 3,18

Clique na imagem para acessar o conteúdo de reflexão (do site dos Franciscanos) para este chamado do Papa.

Amar a Deus e ao próximo - Mt 22,34-40 - 29/10/2017


Jesus resume a Lei, a norma ética, em “amar Deus e o próximo”. Tendo claro que “amar”, neste contexto, não significa mero sentimento, mas opção ética, podemos desdobrar este ensinamento em duas perguntas:

1) Pode-se amar Deus sem amar ao próximo? Não. Já na antiga “Lei da Aliança”, mil anos antes de Cristo, “amar a Deus” significa, concretamente, ajudar ao próximo: a viúva, o órfão, o estrangeiro, o povo em geral: o direito do pobre clama a Deus (1ª leitura).

Na mesma linha, Jesus, interrogado sobre qual é o maior mandamento, vincula o amor a Deus ao amor ao próximo, e acrescenta que desses dois mandamentos dependem todos os outros (evangelho). Todas as normas éticas devem ser interpretadas à luz do amor a Deus e ao próximo, que são inseparáveis.

É impossível optar por Deus sem ser solidário com seus filhos (1Jo 4,20). A verdadeira religião é dedicar-se aos necessitados (Tg 1,27). Na prática, o “amor a Deus” (a religião) passa necessariamente pelo “sacramento do pobre e do oprimido”, ou seja, pela opção por aqueles cuja miséria clama a Deus, seu “Defensor”. Entre Deus e nós está o necessitado. Só dedicando-se a este, temos acesso a Deus. Mas não basta uma esmola.

Com a nossa atual compreensão da sociedade e da história, a dedicação ao empobrecido não se limita à escola, mas exige novas estruturas. Importa trabalhar as estruturas da sociedade e transforma-las de tal modo que o bem-estar do fraco e do pobre estejam garantido pela solidariedade de todos, numa estrutura política e social que seja eficaz.

2) Pode-se amar o próximo sem amar a Deus? Nosso mundo é, como se diz, “secularizado”. Não dá muito lugar a Deus. Não nos enganem as aparências, os shows religiosos que aparecem em teatro e televisão, pois esse tipo de religiosidade, muitas vezes, não passa de um produto de consumo, no meio de tantos outros. Não é compromisso com Deus.

Ao mesmo tempo, pessoas com profundo senso ético dizem: já não precisamos de Deus para explicar o universo. Será que ainda precisamos dele para sermos éticos, para respeitar nosso semelhante, para “amar o próximo?” Será que não basta ser bom para com os outros, sem apelar a Deus? Para que “amar a Deus”? Para que a religião? Eis a resposta: para amar bem o irmão, devemos também “amar a Deus”, aderir a ele (embora não necessariamente por uma religião explícita).

Isso, porque o que entendemos por Deus é o absoluto, o incondicional, aquele que tem a última palavra, que sempre nos transcende e está acima de nossos interesses pessoais. Se não buscamos ouvir essa palavra última, pode acontecer que nos ocupemos com o próximo para nos amar a nós mesmos (amor pegajoso, interesseiro, sufocante etc.)

Como cristão, conhecendo “Deus” como Pai de Jesus Cristo e como a fonte do amor que este nos manifestou, devemos perguntar sempre se nossa prática de solidariedade é realmente orientada pelo absoluto, por Deus, aquele que Jesus chama de Pai. Senão, vamos conceber nosso amor de acordo com a nossa medida, que é sempre pequena demais…

Do livro “Liturgia Dominical”, de Johan Konings, SJ, Editora Vozes
(fonte: www.franciscanos.org.br)

Dia Mundial das Missões - 22/10/2017

Mensagem do Papa Francisco para o Dia Mundial das Missões 2017 (22 de outubro)

"A missão no coração da fé cristã"


Queridos irmãos e irmãs!

O Dia Mundial das Missões concentra-nos, também neste ano, na pessoa de Jesus, “o primeiro e maior evangelizador” (Paulo VI, Exortação Apostólica
Evangelii nuntiandi, 7) que incessantemente nos envia a anunciar o Evangelho do amor de Deus Pai, com a força do Espírito Santo. Este Dia convida-nos a refletir novamente sobre a missão no coração da fé cristã.
De fato, a Igreja é, por sua natureza, missionária; se assim não for, deixa de ser a Igreja de Cristo, não passando de uma associação entre muitas outras
que rapidamente veria exaurir-se a sua finalidade e desapareceria. Por isso, somos convidados a interrogar-nos sobre algumas questões que tocam a
própria identidade cristã e as nossas responsabilidades de crentes, em um mundo embaralhado com tantas quimeras, ferido por grandes frustrações
e dilacerado por numerosas guerras fratricidas que injustamente atingem, sobretudo, os inocentes. Qual é o fundamento da missão? Qual é o coração da missão? Quais são as atitudes vitais da missão? ... (continua)
Para ler a íntegra da mensagem do Papa: clique

Para acessar o site próprio das Missões, com cartaz, vídeos, novena e orações (IMPERDÍVEL): clique aqui