Programação Litúrgica - Trezena de Santo Antonio/2012


PROGRAMAÇÃO LITÚRGICA - TREZENA DE SANTO ANTONIO/2012
 
MISSAS TODOS OS DIAS ÀS 19 horas.

Tema: SANTUÁRIO DO VALONGO NOSSA CASA
(celebrando o Jubileu de Prata do Santuário Santo Antonio do Valongo)

Lema:“POIS MINHA CASA SERÁ CHAMADA CASA DE ORAÇÃO PARA
TODOS OS POVOS” – Isaías 56,7

 31/05 - quinta-feira: SANTO ANTONIO E O AMOR A NOSSA SENHORA
  • Jubileu de Prata do Santuário Santo Antonio do Valongo
  • Celebração Presidida por Dom Jacyr Francisco Braido
  • Comunidade: Santuário Santo Antonio do Valongo
01/06 – sexta-feira: EM SANTO ANTONIO A JUSTIÇA E A PAZ ACONTECEM

  •  (Tema da Trezena de 1990)
  • Primeira Sexta-feira: Sagrado Coração de Jesus
  • Comunidade: Igreja Bom Pastor- Frei André Becker, Reitor do Santuário.
02/06 – sábado: SANTO ANTONIO E A ECOLOGIA

  •  (Tema da Trezena de 1992 – quando utilizamos a Eco-trezena) 
  • Comunidade: Capela Nossa Senhora de Fátima com
  • Frei Claudino Dal’Amago do Seminário Franciscano São José – Guaratinguetá.

03/06 – Domingo: COM SANTO ANTONIO VAMOS RENOVAR A IGREJA

  •  PARA NOVOS TEMPOS (Tema da trezena de 2002)
  • Santíssima Trindade – Deus Comunidade de Amor: Pai, Filho e Espírito Santo
  • Comunidade: Santuário Santo Antonio do Valongo com
  • Frei Claudino Dal’Amago do Seminário Franciscano São José- Guaratinguetá.

04/06 – segunda-feira: SANTO ANTONIO EXEMPLO DE SIM À VIDA

  •  (Tema da Trezena de 2008)
  •  Comunidade: Paróquia Santa Margarida Maria com Pároco Luiz Carlos Passos.

05/06 – terça-feira: SANTO ANTONIO E O FUTURO DO PLANETA TERRA

  •  (Tema da Trezena de 2011)
  • Dia do Meio Ambiente
  • Comunidade: Paróquia São Benedito com Pároco- Monsenhor Joaquim Clementino Leite.

  
06/06 – quarta-feira: SANTO ANTONIO, O APAIXONADO PELO IDEAL DE ASSIS.

  •  (Tema da Trezena de 2009)
  • Comunidade: Paróquia São Paulo Apóstolo com Pároco- Marco Antonio Rossi.

07/06 – quinta-feira: O PÃO REPARTIDO É SINAL DE FRATERNIDADE

  •  (Sub-tema da Trezena do ano de 1996)
  • Corpus Christi
  • Comunidade: Valongo com Frei Oswaldo Lino Luiz- da Paróquia Bom Jesus Dos Aflitos- Sorocaba.

08/06 – sexta-feira: SANTO ANTONIO E A IRMÃ ÁGUA (fonte de vida)

  •  (Tema da Trezena de 2004)
  • Comunidade: Paróquia Nossa Senhora da Assunção com o Padre Valfran dos Santos- Pároco da Paróquia São João Batista- Nova Cintra- Santos.

 09/06 – sábado: O CARISMA DE SANTO ANTONIO E SANTA CLARA

  •  (Tema da Trezena de 2012 – celebração dos 800 anos do carisma de Santa Clara)
  • Comunidade: Santuário Santo Antonio do Valongo com o Padre André Ouriques da Catedral do Espírito Santo- Caraguatatuba. 
10/06 – Domingo: O NOVO JEITO DE VIVER COM SANTO ANTONIO
  • (Tema da Trezena de 1997 quando foi celebrado os 10 anos do Santuário e o início oficial do restauro)
  • Comunidade: Santuario Santo Antonio do Valongo com Frei Rozântimo Antunes Costa da Paróquia Bom Jesus dos Perdões – Curitiba.

 11/06 – segunda-feira: SANTO ANTONIO DE HOJE E DE SEMPRE

  •  (Tema da Trezena de 1995- quando celebramos os 800 anos do nascimento de Santo Antonio)
  • Comunidade: Santuário Santo Antonio do Valongo com Frei Rozântimo Antunes Costa da Paróquia Bom Jesus dos Perdões- Curitiba.

 12/06 – terça-feira: SANTO ANTONIO E O AMOR QUE VEM DO ALTO

  •  (Sub-tema da Trezena de 2004)
  • Comunidade: Santuário Santo Antonio do Valongo e Pastoral Familiar Região Centro I, Frei André Becker Reitor do Santuário.

 13/06 – quarta-feira: SANTUÁRIO DO VALONGO – NOSSA CASA 
  • Celebrando o Jubileu de Prata do Santuário 
  • Missas:
    • 08: 00 h. Frei Alessandro Dias do Nascimento.
    • 10: 00 h. Frei Carlos Lúcio Nunes Corrêa.
    • 12: 00 h. Frei Alessandro Dias do Nascimento.
    • 14: 00 h. Frei Silvio Tadeu Mascarenhas.
    • 16: 00 h. Frei Nilton Waldemar Steckert.
    • 18: 00 h. procissão pelas ruas do Centro
    • 19: 00 h. Missa Campal Frei André Becker.

Programação artística da Trezena/2012

A Trezena de Santo Antonio começa no dia 31 de maio e vai até 13 de junho.
Com missas sempre às 19h00, exceto dia 13 que tem Missa o dia inteiro.
O endereço é Largo Marquês de Monte Alegre 13, em Santos.
Para mais informações, o tel. do Santuário é 3219-1481.
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Pentecostes/2012

Irmãos e irmãos, chegamos ao tão esperado Dia de Pentecostes. Uma grande festa religiosa comemorada com muita alegria pelos judeus daquele tempo e, com certeza, deve ser comemorada nos dias de hoje, por nós cristãos, também com extrema alegria.

As festas religiosas, nas religiões primitivas em culturas de economia agrícola, como acontecia em Canaã, eram associadas ao tempo de colheitas, ao longo do ano. Assim acontecia com as festas da Páscoa, dos Ázimos e de Pentecostes, celebradas no Templo de Jerusalém.

A festa da Páscoa, que antecipa o primeiro dia dos Ázimos, era celebrada no começo da colheita do trigo (14o dia do mês de Nisã - geralmente em Abril) e a festa de Pentecostes celebrada sete semanas (cinquenta dias) depois.

João, no seu evangelho, após a crucifixão de Jesus na véspera de um sábado, apresenta os grandes eventos do primeiro dia da semana que se inicia. Este dia, o da ressurreição, bem delimitado no evangelho de João, começa com a ida de Maria Madalena ao túmulo de Jesus, de madrugada. Encontrando o túmulo vazio, avisa a Pedro e João, que correm para constatá-lo (cf. 8 abr.).

Ao anoitecer deste mesmo dia, os discípulos estão reunidos com as portas fechadas, o que indica o temor que os tomava diante da execução de Jesus pelos judeus. Jesus entra e se põe no meio deles. De imediato lhes comunica a paz, a eles que estavam perturbados.

Aquele que fora crucificado se apresentava vivo entre eles, o que é motivo de grande alegria, ainda mais quando Jesus renova a comunicação de sua paz. Soprando sobre eles, comunica-lhes o Espírito Santo.

De acordo com a segunda leitura é o Espírito de Amor que liberta do pecado e une a todos formando um só corpo na diversidade, na fraternidade, no serviço e na compaixão. É o Espírito que renova a face do mundo inundando-o de amor e paz.

Reportando-nos a Lucas, vemos uma passagem paralela a esta, em seu evangelho, porém, o evangelista não menciona o dom do Espírito com o sopro de Jesus. É em Atos dos Apóstolos que será feita, com um grande realce, a narrativa do dom do Espírito Santo, com uma teofania caracterizada por grandes sinais espantosos, como acontecimento que ocorre na festa judaica de Pentecostes, conforme nos ensina a primeira leitura.

Tal narrativa contrasta com a simplicidade da narrativa de João, bem como com o clima de perseguição aos discípulos, que nela transparece. Trata-se de uma narrativa teológica a fim de vincular o movimento de Jesus aos judeus cristãos de Jerusalém, que continuaram frequentando o Templo até sua destruição, no ano 70, e as sinagogas, das quais foram expulsos na década de 80.

As narrativas da ressurreição e as aparições sucessivas exprimem uma realidade que as antecede. Com certeza, são a confirmação da condição humana e divina de Jesus que, em toda sua vida, revelou o amor libertador e vivificante de Deus, que a todos comunica sua vida divina e eterna.

Oração

Senhor, Pai Santo, que o teu Espírito Santo me recrie inteiramente, de modo a banir para longe de mim todo medo e toda insegurança que me impedem de dar testemunho de Teu Filho. Que eu seja, Senhor, iluminado pelo teu Santo Espírito, um instrumento de transformação para a grandeza de teu Reino. Amém!

Prof. Diácono Miguel A. Teodoro
(http://www.teologiafeevida.net/)

Faleceu Frei Félix, a quem o Santuário Santo Antonio do Valongo não esquece!!

Abaixo o artigo de Frei Walter de Carvalho Jr., no site dos Franciscanos (http://www.franciscanos.org.br/)
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Falece Frei Felix Fegger em Bragança Paulista



Frei Felix faleceu às 15h00 da tarde de hoje (22/05), no Hospital da Universidade São Francisco, em Bragança Paulista, por insuficiência respiratória. Fora internado no dia 25 de abril, após ter sofrido um AVC na Fraternidade. De lá para cá, houve melhoras no seu quadro clínico, chegando a deixar a UTI, mas não conseguia mais falar e seus pulmões não mais lhe ofereciam o sopro suficiente para fazê-lo continuar vivendo.

Frei Felix será velado na Fraternidade de Bragança Paulista, onde haverá missa de corpo presente, amanhã, às 7h00. Em seguida, seu corpo será transladado para o Cemitério do Santíssimo Sacramento, em São Paulo. Às 10h30, haverá missa de corpo presente, seguida do sepultamento.

Dados pessoais, formação e atividades

● Nascimento: 11.09.1935 (76 anos de idade), em Canoinhas, SC;
● Admissão ao Noviciado: 19.12.1958, em Rodeio, SC;
● Primeira Profissão: 20.12.1959 (52 anos de Vida Franciscana);
● Profissão Solene: 02.02.1963;
● Ordenação Presbiteral: 15.12.1964 (47 anos de Sacerdócio);
● 1960 – 1961 – Estudos de Filosofia, em Curitiba, PR;
● 1962 – 1965 – Estudos de Teologia, em Petrópolis, RJ;
● 1966 – Rio de Janeiro: ano de Pastoral;
● 15.07.1966 – Nilópolis – Conceição: pastoral;
● 04.09.1969 – Ituporanga – paróquia: vigário paroquial e vigário da casa;
● 21.12.1976 – Nilópolis – Conceição: guardião e pároco;
● 04.12.1979 – Curitibanos: coordenador da fraternidade e pároco;
● 21.01.1986 – Sorocaba – Santa Rita: coordenador da fraternidade e pároco;
● 18.01.1989 – Rio de Janeiro – Ipanema: guardião e pároco;
● 18.01.1992 – Porto União: guardião e pároco;
● 10.10.1995 – Santos: atendente conventual;
● 11.03.1999 – Sorocaba – Bom Jesus: pároco de Brigadeiro Tobias;
● 07.11.2003 – Luzerna: vigário paroquial e vigário da casa;
● 20.12.2006 – Santos: atendente conventual e vigário paroquial;
● 01.12.2010 – Rio de Janeiro – Santo Antônio: atendente conventual;

O FRADE

Frei Felix sempre gostou muito de escrever. Há várias cartas em sua pasta pessoal, além de grande número de artigos e crônicas, a maioria delas publicadas nas Comunicações da Província. Tinha um estilo belo.

Gostava de brincar com as palavras, e, na “brincadeira”, quando estava descontente com algo, não deixava de registrar seu tom de ironia. “Graças ao bom Deus e aos duros professores de gramática no seminário menor, aprendi a elaborar frases com sentido e certa graça”. Falando sobre si, por exemplo, escreve: “Nasci gordo, nunca fui magro. Bastante fleumático, maleável. Gênio tranquilo, beirando a bonachão. Já gostei muito de literatura, mas atualmente ando desligado do mundo intelectual. Acessível, de fácil comunicação. Há os que me acham feliz, mesmo sem fazer trocadilho com meu nome”.

A certo Ministro Provincial, escreve: “A esta altura, você deve estar pensando que estou choramingando. Pense o que quiser. Vou desabafar mais”.

Quanto ao seu modo de entender o trabalho evangelizador, ele afirma: “Se minha ação apostólica não é também franciscana, então não sei o que seja”. “Uma experiência que sempre me envolveu e marcou minha presença foi a modesta e constante atividade literária, através de jornais e boletins paroquiais, que criei onde não os havia”.

Em seu último artigo para as Comunicações, em março deste ano, Frei Felix, após uma série de perguntas e ponderações, mostrando sentir-se meio anônimo, agradece e parece despedir-se dos confrades: “Daí minha gratidão à fraternidade provincial que, mediante a fraternidade bragantina me dá a chance de construir minha felicidade pessoal sem atrapalhar. A felicidade dos confrades.

Graça e saúde na paz com Deus, com o mundo e comigo mesmo… é o que estou procurando como resposta ao título deste artigo… E antes que eu chore, deixo meu abraço fraterno a todos quantos têm me ajudado e espero poder ajudar… recuperado e recuperável. Amém. Aleluia!

R.I.P.

Frei Walter de Carvalho Júnior

Dia 18 de maio


Neste Domingo, dia 20 de maio, o Valongo vai fazer bonito também, participando da Mobilização Nacional de Combate ao Abuso e Exploração Sexual contra Crianças e Adolescentes.

Após a Missa das 08h00, palestra com a Psicóloga Maria Aparecida S. Ferreira (Fundação Casa) sobre o tema.

Não perca, após a Missa, tome um café conosco e participe da palestra.

Local: Ordem Franciscana Secular - Horário: 10h00


Ação de graças pelas mães
Frei Almir Ribeiro Guimarães, ofm
 
Senhor Deus,

Colocamos diante de teu amor previdente e providente a vida de nossas mães.

Que nesse tempo de maio possa chegar até  teu coração esse hino de agradecimento que brota de nossos corações de filhos.

Graças te damos pelo seio que designaste que seria o espaço do começo de nossa vida.

Ali estivemos escondidos durante meses.

Fomos alimentados com o sangue, o ar, o leite, o carinho dessas mulheres que aprendemos a chamar de mães, matrizes, fontes de vida.

Nós te damos graças pelos cuidados que nos foram dispensados na infância, na adolescência e na juventude:  pela roupa lavada e cheirosa, pelo purê de batata, pelo macarrão com queijo e molho de tomate, pelo suco de laranja, pela mousse de maracujá e pela cuca de banana.

Nós te damos graças pelas conversas que tivemos com a mãe, quando saíamos com ela, quando nos levava ao pediatra, ao “barbeiro”, ou simplesmente para um passeio no parque, quando ela nos fazia visitar a igreja, nossa paróquia, quando nos levava a visitar os avós e os tios.

Nós te damos pelas histórias que a mãe contava respeito da família, de sua infância, das coisas que ela viveu e tinha no coração, do cinema mudo, dos bailes, da banda que tocava no coreto da praça.

Sim, nós te damos graças de modo muito especial por essas conversas no tempo da adolescência e da juventude e pela xícara de café com leite que ela nos preparava quando voltávamos da escola, alguns dias o café  se fazia acompanhar de uma broa de fubá ou de um bolo de chocolate.

Nós te damos graças pela presença da mãe no dia da formatura com seu vestido azul com bolinhas brancas, seus sapatos de salto, sua bolsa azul marinho.

Nós  nos lembramos com carinho da figura da mãe  nos dias de Natal, nas comemorações dos aniversário, na festa de nosso casamento, nas conversar que tivemos para “salvar” nosso casamento. Nós te damos graças, Senhor, pela trajetória e pela história dessa mulher única da vida de cada um.

E, Senhor Deus, perdoa se temos no fundo do coração uma tristeza, a tristeza de não termos mais, perto de nós,  porque tu levaste a mãe que tivemos e que agora está assentada à mesa do banquete celeste  diante de teus olhos.

Que ela interceda por nós junto a ti, por nos que temos uma imensa saudade dela.

(fonte: www.franciscanos.org.br)

Cristo a Videira, nós os ramos


No A.T., a “vinha de Javé” era Israel. Mas não produziu seu fruto. O NT traz uma parábola de Jesus, dizendo que foram os vinhateiros que não quiseram dar a devida parte do produto ao proprietário; este, depois de ter mandado servos, enviou finalmente seu próprio filho, mas os vinhateiros o mataram, e a vinha foi dada a outros arrendatários. Assim, a vinha se tornou imagem do novo povo de Deus.

É nesse sentido que Jo recorre à imagem da videira (evangelho). Decerto, ela se aplica em primeiro lugar a Jesus mesmo: “A verdadeira videira sou eu”(em oposição à videira provisória ou tipológica, que era Israel). Mas trata-se de Jesus unido aos seus: naqueles que estão unidos a ele é que Jesus produz os frutos que glorificam o Pai, os frutos da caridade (cf. próximo domingo).

Além da idéia principal – produzir frutos pela união vital com Cristo -, encontramos também algumas aplicações secundárias da imagem: a poda, que significa a purificação pela palavra de Cristo, pela opção que esta nos impõe; ou, no caso dos ramos secos, a condenação.

Em que consiste essa união vital com Cristo? Em permanecer em sua palavra, o mandamento do amor fraterno. É o “amar, não só com palavras, mas em atos e verdade”, de que fala a 2ª leitura. Esse “amor eficaz” faz com que reconheçamos que “somos da verdade” e tenhamos paz em nosso coração.

Para João, a verdade se mostra em gestos concretos. Com seu estilo associativo, Jo passa a outra idéia: se nosso coração não tem paz, mas nos condena, que fazer então? Então devemos crer que Deus é maior que nosso coração. Se nosso coração nos acusa, devemos confia-lo a Deus: conversão. E se não nos acusa, podemos viver da comunhão com Deus, pedindo o que um filho pode pedir do Pai (1Jo 3,22; cf. Jo 15,7).

Na 1ª leitura continua a história da primeira comunidade cristã. Traz o relato de Lucas referente às primeiras atividades apostólicas de Paulo, seu contato com os apóstolos de Jerusalém, mediante Barnabé, suas discussões com os judeus do helenismo (Paulo e Barnabé eram judeu-helenistas), sua missão a Tarso.

Na Carta aos Gálatas, Paulo descreve este período, dizendo que “viu” somente a Pedro; mas isso não contradiz o que Lc aqui escreve. Quer dizer que Paulo só submeteu seus planos ao chefe dos apóstolos, Pedro, e não está sob a jurisdição do chefe da igreja de Jerusalém, Tiago, para o qual apelam os “judaizantes”, que Paulo combate na carta. Podemos, portanto, dizer que, desde a sua primeira atividade, existe harmonia dos principais apóstolos em torno da missão de Paulo. A comunhão preconizada pela imagem da videira é uma realidade.

A liturgia de hoje oferece ensejo para realçar a unidade da “mesa da Palavra” e da “mesa eucarística”. O canto da comunhão sugere essa ligação. A linguagem dos símbolos poderá visualizar que a “videira verdadeira” (cf. liturgia da Palavra) produziu, como primeiro de seus frutos, o “vinho da salvação”, ou seja, o sangue derramado na cruz (cf. liturgia eucarística). Os nossos frutos deverão ser da mesma natureza!

Do livro “Liturgia Dominical”, de Johan Konings, SJ, Editora Vozes
(fonte: http://www.franciscanos.org.br/)