Programação Semana Santa/2013 - Valongo - Santos


  • Dia 24/03 - Domingo de Ramos
    • 07h30 - Benção dos Ramos na Praça Mauá. Segue Procissão com Santa Missa no Santuário. 
    • 11h30 - Missa no Mosteiro de S. Bento com benção dos ramos
    • 19h00 - Benção dos Ramos em frente à Estação do Valongo. Em seguida Missa no Santuário.
  • Dia 25/03 - Segunda Feira
    • 19h30 Confissões na Catedral de Santos
  • Dia 26/03 - Terça Feira - Fraternidade e Juventude CF/2013
    • Missas às 12h00, 15h00 e 19h00
    • Celebração Penitencial nas missas das 15h00 e 19h00
  • Dia 27/03 - Quarta Feira
    • 19h00 - Via Sacra - Saindo do Mosteiro São Bento até a Matriz de Nossa Senhora da Assunção (Morro São Bento)
    • 19h30 - Missa de Louvor
  • Dia 28/03 - Quinta Feira
    • 09h00 - Santa Missa com Benção dos Santos Óleos - Catedral
    • 19h30 - Solene celebração da Ceia do Senhor - Lava Pés (Jovens)
      • Após a Santa Missa haverá Adoração ao Santíssimo na Capela da OFS até as 23h00
  • Dia 29/03 - Sexta Feira - "Paixão de Cristo, Paixão Humana"
    • 09h00 às 11h00 - Confissões Individuais
    • 10h00 - Via Sacra no Mosteiro de S. Bento
    • 15h00 - Celebração da Paixão do Senhor ( Traga seu Crucifixo ) - Procissão nos arredores do Santuário
    • 19h00 - Procissão - Catedral
      • Procissão do Senhor Morto. Encontro com Nossa Senhora das Dores, na Casa João Paulo II, com as comunidades do Centro (pede-se que os participantes levem suas velas).
  • Dia 30/03 - Sábado Santo - Vigília Pascal
    • 19h30 - Solene Celebração da Vigília Pascal (Trazer gravetos para o Fogo Novo).
  • Dia 31/03 - DOMINGO DE PÁSCOA "Ressurreição, Vida Nova para todos"
    • 05h00 (Cinco horas da manhã) - Via Sacra da Ressurreição - Matriz de Nossa Senhora da Assunção
    • Missas no Santuário: 08h00 e 19h00. Aquele que morreu, ressuscitou. Celebremos alegremente a vida.
      É DOMINGO DO SENHOR!
      Traga flores, sinal de ternura, carinho e amor!

O pai misericordioso - Lc 15,1-3.11-32 - 10/03/2013

O 4º domingo da Quaresma tem uma nota de alegria pela aproximação da Páscoa. Jesus, com a parábola do pai bondoso, mostra sua atitude de irmão que acolhe o irmão e do Pai do Céu que acolhe a todos.

Devemos ter o mesmo coração acolhedor. Deus acolhe a todos nós e não nega o perdão a ninguém.

Ela lembra o tempo do deserto e da entrada na terra prometida quando celebram a Páscoa. Entrando na terra recebem um dom e, mas não vão viver de milagre. A missão do cristão é transformar o mundo a partir da compreensão de Deus como Pai bondoso e quer a reconciliação de todos em Cristo. A Igreja é para todos.

Quaresma é convite à conversão para viver a Páscoa de Jesus. A fé não é intimista. Temos pensar e viver como Jesus, não como os fariseus. Esse é o caminho da Igreja para cumprir bem sua missão, como Jesus.

Plástica do coração

Como esta Quaresma nos convida ao arrependimento e à conversão, Jesus é o primeiro interessado em nossa mudança para o bem. Por isso se encarnou em nossa humilde condição pecadora, vivia misturado com pecados.

Ele nos mostrou que seu Pai é bom demais e acolhe todos que se arrependem. Por isso conta esta magnífica parábola do Pai que acolhe o filho que jogara fora tudo o que era bom no lar, com sua família e caiu na vida.
Depois vieram as conseqüências do mal que fizera.
Arrependido volta para casa e é acolhido por seu Pai, não só para ter um prato de comida, mas para assumir seu lugar de filho. E fazem festa por isso.

O irmão mais velho é o retrato dos fariseus que recusavam os pobres pecadores e criticavam Jesus. A atitude do filho mais velho, que tem tudo e não percebe, é contrária à expressão do Pai bondoso que acolhe todos os que se arrependem. Essa atitude é a Páscoa de Jesus fonte da alegria em nossa vida

Pe. Luiz Carlos de Oliveira, redentorista.
http://padreluizcarlos.wordpress.com/

O Deus Libertador e nossa conversão - Lc 13,1-9 - 03/03/2013

O Deus Libertador e nossa conversão Na Quaresma, subida para a Páscoa e caminho de renovação de nossa fé, são apresentados os grandes paradigmas da fé já no tempo do Antigo Testamento.

 No 1 ° domingo foi o “credo do israelita”; no 2°, a promessa de Deus que Abraão recebe na fé. No 3° domingo, hoje, a 1ª leitura oferece mais um paradigma da fé: o encontro de Moisés com Deus, manifestando-se na sarça ardente.

Este paradigma pode ser contemplado como a grande manifestação do Deus que liberta os hebreus do Egito, terra da escravidão. Deus, na sarça ardente, aparece a Moisés, para lhe dizer que ele escutou o clamor do povo. Ele manda Moisés empreender a luta da libertação do povo e revela-lhe o seu nome: Javé, “eu sou, eu estou aí”.

Deus está com o seu povo, na luta. Paulo, na 2ª leitura, nos lembra que isso não impediu que Javé retirasse sua proteção quando o povo pecou pela cobiça e o descontentamento. Jesus, no evangelho, ensina aos judeus que eles não devem pensar que os pecadores são os que morreram vítimas de repressão policial ou catástrofe natural: os mesmos que se consideram justos é que devem se converter, e Deus há de exigir deles os frutos da justiça.

Na Igreja, hoje, escutamos um clamor pela “libertação” dos oprimidos, dos discriminados, dos excluídos, dos iludidos …

Esse clamor é um eco da missão que Deus confiou a Moisés. Mas, ao mesmo tempo, vemos que muitos cristãos ficam insensíveis ao apelo da conversão, não voltam seu coração para Deus. E mesmo os que lutam pela libertação se deixam envolver pelo ativismo e pelo materialismo, a ponto de acabarem lutando apenas por mais bem-estar, esquecendo que o mais importante é o coração reto e fraterno, raiz profunda e garantia indispensável da justiça.

Aliás, a Campanha da Fraternidade nos faz perceber a profunda interação de fatores pessoais e socioestruturais. Por isso é tão importante que nosso coração se deixe tocar no nível mais profundo, para ser sensível ao nível mais profundo do apelo de nossos irmãos.

Deus se revela a Moisés num fogo que não se consome – imagem de sua santidade, que nos atrai, mas também exige de nós pureza de coração e eliminação do orgulho, ambição, inveja, exploração, intenções ambíguas, traição e todas estas coisas que mancham o que somos e o que fazemos.

Sem corações convertidos, o Reino, o “regime de Deus” não pode vingar. Se o Deus libertador nos convoca para a luta da libertação, ele não nos dispensa de sempre voltarmos a purificar o nosso coração de tudo o que não condiz com sua santidade e seu amor infinito.

Do livro “Liturgia Dominical”, de Johan Konings, SJ, Editora Vozes
http://www.franciscanos.org.br