Santuário

Importante exemplar das construções dos frades franciscanos, o Santuário de Santo Antônio do Valongo é uma das igrejas mais antigas do Brasil, ainda em franca atividade religiosa e pastoral.

A fachada, considerada um dos mais belos exemplares barrocos do século XVIII, traz no portal a data de 1640.

A casa, pertencente à Província Franciscana da Imaculada Conceição do Brasil, conta com três frades:


Frei André Becker

É natural de Ituporanga, Santa Catarina. Nasceu no dia 2 de abril de 1953 e ingressou na Ordem no dia 20 de janeiro de 1975. Fez a profissão solene no dia 2 de agosto de 1979 e foi ordenado sacerdote no dia 17 de janeiro de 1981.




Frei Silvio Tadeu Mascarenhas

É natural de Sorocaba, São Paulo. Nasceu no dia 28 de maio de 1952 e ingressou na Ordem dos Frades Menores no dia 20 de janeiro de 1975. Fez a profissão solene no dia 2 de agosto de 1980 e foi ordenado sacerdote no dia 18 de julho de 1981.



Frei Nilton Waldemar Steckert

Nascido em 9 de março de 1951 em Forquilhinha/SC.  Ingressou no Seminário Santo Antônio da Ordem Franciscana Menor em Agudos/SP. Foi ordenado sacerdote no dia 31 de dezembro de 1988 pelas mãos de Dom Osório Bebber, OFM Cap, na Paróquia Sagrado Coração de Jesus em Forquilhinha/SC. Como sacerdote, transferiu-se para a Diocese de Santos em 30 de julho de 2010.


Frei Alessandro Dias do Nascimento

Nasceu em 05 de outubro de 1980, em S. Lourenço-MG. Fez profissão solene em 02 de agosto de 2008.
Foi ordenado sacerdote em 28 de maio de 2011, pelas mãos de Dom Diamantino Prata de Carvalho. Está no Santuário desde o seu diaconato.


A igreja, além do padroeiro, apresenta, no altar-mor, um dos únicos tronos rotativos do País: de um lado a Santíssima Trindade e, do outro, o ostensório para Adoração Perpétua. Ali as paredes ganharam murais de azulejos, na década de 30, de autoria de Cândido da Silva Jr., que se auto-retratou de paletó e gravata, ao lado de cenas da vida de Sto. Antônio.

Uma placa comemora a visita do Monsenhor José Ferreti (1823), que se tornaria papa com o nome de Pio XII. Em 1859, o imóvel foi vendido para a construção da estação da estrada de ferro Santos-Jundiaí. Uma parte do convento foi demolida mas não houve força capaz de retirar a imagem de Santo Antônio do altar, fato que foi considerado milagre e impediu o desaparecimento da igreja, elevada a santuário em 1987.